

O eterno piquenique no sopé do progresso... queria dizer mais, mas deve ser este o sapo a engolir. Perdoem-me.
Pedaços da imagem marginal - o tempo criativo em fragmentos de desenhos e fotografias. De um espaço fantasioso, e da física imaginada. Rascunhos, laterais à arte num limbo de emoção in - quieta e sem poesia.
2 comentários:
tá ali um copo de vinho. nem tido é infernal.
isto é lindo!!! É a maravilhosa fauna humana do Portugal profundo.
J.
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