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sábado, 19 de dezembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Momento em Fade-Out
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Anoitecer III

Da minha casa apanho disto... eu sei que ele fazia anos nesse dia,
conheço-o de andar aí pelos bares e restaurantes a vender postais,
cantava nessa noite, celebrava o dia de anos aos berros,
de afirmação, de revolta, e só.
Eram duas ou três da manhã.
Este post poderia ser o último de uma trilogia sobre o tema 'Anoitecer nas ruas da cidade'. Aliás, é.
Decidí agora.
Porque o anoitecer é o limbo recheado de expectativas
e o berço de satisfação e desilusão.
conheço-o de andar aí pelos bares e restaurantes a vender postais,
cantava nessa noite, celebrava o dia de anos aos berros,
de afirmação, de revolta, e só.
Eram duas ou três da manhã.
Este post poderia ser o último de uma trilogia sobre o tema 'Anoitecer nas ruas da cidade'. Aliás, é.
Decidí agora.
Porque o anoitecer é o limbo recheado de expectativas
e o berço de satisfação e desilusão.
domingo, 14 de junho de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Visitas
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Déjà Vu
Quando ocorre, foge logo. Não se enquadra em razão nem no apontar do dedo.A ciência desemboca na aceitação vagorosa. Talvez a antecipação nas artes marciais seja o Déjá Vu induzido e aplicado. Talvez a razão de eu estar em Portugal tenha a ver com o aroma de uma sopa em Angola.
Há os que são fulgurantes como uma flashada de polaroid, mas há-los lentos e insinuantes também. Têm outro nome, então.
Não me lembro do último - tipo relâmpago. Deve estar na sua natureza, esvanecer-se sem rasto.
Etiquetas:
azulejo,
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rabiscos,
relax,
tempo
domingo, 5 de abril de 2009
sábado, 28 de março de 2009
Ó-Chá-Alfama
Tive a gratificante experiência, de poder elaborar uma pintura mural neste estabelecimento que inaugurou muito recentemente. Gratificante por ter nascido de um diálogo amigável e de atitudes convergentes, mantendo a autonomia de acção.O resultado é um enlace entre funcionalidades e conceitos: a união do Oriente com a Alfama num ambiente ao que eu chamo de 'cosy-chill', na falta de melhor palavra.
Ponto de encontro ameno.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Catástrofe
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Fugaz
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Quatro Gestos
Acontece, às vezes, que o impulso do fazer está só. Não sabe onde ir, apenas quer. Quer inscrever-se num suporte, marcar presença, existir. Acontece, apenas - e com pretexto vago e longínquo fora de si.Espelha-se sem nexo, solto, perdido, fica raivoso, mais impetuoso, quer rasgar, desautorizar os limites. Desenquadrar-se sem regra.
Na reflexão contém-se, centra-se, expande e contrai, respira... inspira, apodera-se da sua alma.
Na expiração expande e toma direcção, abarca o suporte sem reconhecer-lhe o poder. Dirige-se...
sábado, 13 de dezembro de 2008
Tascas e Tal
Não consigo definir este sítio... é da minha vizinhança, é sempre o mesmo, atrai e enfada ao mesmo tempo, com as suas personagens repetentes, sobretudo do anfitreão, mas também dos habituées que comprimentam e ajudam nas horas de aperto. Não há juizos, nem comentários, nem conversas profundas. Há o estar confortável no bairro. Não há exigências. Um leve-leve, com um pano de fundo sonoro bárbaro nos dias da noite alta. De resto é neón e lembranças da terra entre plásticos floridos. Sangria e Fátima.
domingo, 7 de dezembro de 2008
Fórmica & Neon

O que é que faz a casa? A comida é caseira 'rascóvi', a lista de meia dúzia de pratos, 80% sempre do mesmo, paredes de azulejos à metro e espanhóis 20 x 30, Nossa Senhora de Fátima na prateleira ao lado da bandeira e da foto da equipa, mais uma boneca sevilhana (???), um azulejo perdido solto e pendurado por um grampo com dizer popular, fotos da terra - primavera, verão, e inverno branco,...um retrato à óleo sobre tela junto da casa de banho - mulher-mistério, flores de nunca murchar atados aos candeeiros de parede sem nunca darem luz que se veja, e a luz esverdeada dos canudos a banhar friamente risos histéricos e cânticos de bota-a-baixo estudantís. Pelo meio, perdidos, na sua, uns 'come on's', sem conversa possível na balbúria das mesas corridas. Os locais ajudam nas noites mais mexidas, o Américo atentíssimo e numa boa, a suar, de camisa aberta, gerente do reino, silencioso e suave, pastor do rebanho em alvoroço, dirigente sorridente, estranhamente alienado e com contas feitas num segundo.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
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