
Cada vez mais, a simplicidade.
Pedaços da imagem marginal - o tempo criativo em fragmentos de desenhos e fotografias. De um espaço fantasioso, e da física imaginada. Rascunhos, laterais à arte num limbo de emoção in - quieta e sem poesia.






E sim, as sereias existem, todos os dias, ao ponto de serem uma chatice bem real. Distraem do caminho da virtude e do plano seguro da vida, e do plano poupanca-reforma. ( Desculpem a falta de accentos, cedilhas e outras particularidades da lingua portuguesa. Nao, ainda nao aceitei, nem tenciono fazer tal coisa, o acordo ortografico. Simplesmente este teclado nao preve estas subtilezas.) Dizia eu que poem um homem facilmente sem norte e a boiar na rebentacao. Mas tambem nao e novidade nenhuma, a lenda nao queria dizer mais nada a partida. 'O problema' - quase o unico - como dizia um senhor de ca hoje, e serem as mulheres aqui demasiado belas.

