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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Naruralmente
























Cada vez mais, a simplicidade.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Pimba-Vinílico

















O Braz&Braz tem uma loja florista... apenas de flores artificiais.

domingo, 28 de setembro de 2008

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

O Espinho Dourado































Bastou rodar sobre o calcanhar para tirar as duas fotos. Mas não haja neste país pessoas competentes? Os dinheiros do POLIS não seriam empregues melhor? Terá de ser um TGV num sítio onde, mesmo assim, ainda 'apita o combóio' ? Qual é o prazer de se escolher uma esplanada particular, pelo ambiente que transmite, se todas forem submetidos a devassaladora força igualizante de uma suposta maioria, e onde nem os letreiros dos nomes dos estabelecimentos podem diferir uns dos outros? Isto não serve as pessoas, apenas serve para facilitar o trabalho a ASAE. Parabéns a visão camarária de Almada.
E já agora: Porque é que insistem em construir pontões e bombear areia para as práias? Não é certamente por acaso que logo a seguir dos pontões serem alterados, que as dunas abriram a brecha e o mar inundou os parques. Enquanto qualquer um pode passear livremente pelas dunas e em cada vez que o faça levar quarenta quilos de areia atrás de si para baixo, não há duna que resista. Depois as mesmas pessoas queixam-se. Chamam os Holandeses! Há décadas que sabem que os pontões não resolvem esse tipo de problema. Bastam estacas de madeira e entrelaçado de vimes ou...no caso de Portugal, casca de Eucalipto que sempre fica a apodrecer no chão depois do abate. Isso não altera as correntes, e retêm a areia. Precisa de manutenção? Claro que precisa, mas e a areia que tem de ser reposta todos os anos? Isso não é manutenção? Não, isso são 'obras' que dão dinheirinho a ganhar a ALGUÉM!
O resto do dinheiro do POLIS iria para a educação das pessoas e a restauração e melhoramento dos bares da práia, com pleno respeito pelas normas da A'SS'AE, mas conservando o colorido local e os materiais...ah pois, A -'SS'- (AE) não permite madeira, hmm...curioso, as caixas de sapatos lá do outro lado são de quê? Oh!, é madeira...
...Tristezas profundas de um Imigrante...

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Parabólica II















Quando se semeia, o fruto é esperado, nem que seja no tempo de uma geração. É a paciência para o filho/a desabrochar. Mas tem de ser alimentado para lá chegar, espiritualmente também.
O nome dado era 'Membrana - da Transparência do Solo'

Parabólica















Queria alterar os caminhos, os hábitos de práia.
1987. Odeceixe.
Fez aldeia, alterou os trilhos dos pés na areia, foi recanto para o saco-cama, estendal de roupa, e déu alguma lenha - pouca - para as fogueiras da noite. Quem souber mais que me deixe saber. Não sei das histórias daquele verão que contém.

domingo, 17 de agosto de 2008

Balancê


















A vantagem de o o telhado ruir, é depois a luz do sol chegar até ao rés-do-chão.
Pouco mais terá importância, já que o resto foi em chamas e enxurradas.
As crises são sempre uma oportunidade do recomeço...
em teoria.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Natureza (das coisas)




















Está cá há quê...500 anos? Talvez 700?...Não, não penso, talvez apenas há 300.
Aproximo-me.

Com frequência, mesmo do outro lado, costumo aliviar as águas, também pelo gozo que dá.

A minha interferência para a foto é mínima. Nem faz falta por aí além. É apenas um pequeno ajuste que desaparecerá em breve. Não deixa marca. Não deixo marca.

Volto as costas para continuar a trabalhar...

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Luzar














Enquanto que uma pessoa não se veste para o dia, encara a noite despida.
A sós, ou com amigos, amantes, ou queridas de sempre, para sempre, como se reza.
A Lua se faz acompanhar, ainda não do Marte Guerreiro, e certamente não da Vénus velada, talvez de um Júpiter em tempestade, ou de um Saturno conflituoso,...para colorir a prata lunar a derramar-se sobre o rio sonhado.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Augúrio e Fruto


Á sério, ele próprio não sabe o que 'pensou' naquela altura. Não era altura de pensar, apenas de fazer e deixar fluir. Todo o ambiente era propício a isso. Vivia, com um colega e grande amigo ainda hoje, no meio da serra, com água da cisterna e Petromax, dois bancos de madeira e uma mesa de fórmica (das camas não se lembra como eram), e trabalhava - entre outras vivências. No fundo era tudo a mesma coisa, tudo enlaçado, como se sonha e pretende. Havia teorias, claro, e conversas daquelas fundamentais que marcam a vida depois. Não havia era planos ou estratégias. Era a construção desprendida, um pouco ingénua, sim. Era a savana.

Foto com autorização de A.S.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Tempo

Voraz

O tempo é uma criatura...
Aguarda sob o verde limo,
à sombra de folhagem, de ramos
lançado sobre o rio da preguiça.

O tempo respira o odor da presa,
gazela fina, porco da savana,
por narinas como pau - raiz de podre...
jaz imóvel tal, que gretas no seu couro
já empastam do lodo em suspensão
do rio da preguiça.

O tempo olha com âgatas polidas e rachadas pelo meio,
lambidas pelo horizonte
............do espelho que reflecte o esplendor...
- espreita sem mexer,
- aguarda com paciência milenar
no rio da preguiça.

O tempo é um crocodilo
que desperta na hora do incauto,
explode projectado pelo espelho,
voraz...
apodera-se do desatento

com mandíbulas e sem perdão.

Não cortam, não trincam, não escalpelizam carne...
torcem-na até soltar...

02.07.2003





domingo, 25 de maio de 2008

...E Depois








Já tive o privilégio de pôr o dedo num ponto onde se une o mundo, sentir a pressão, o esmagamento do espaço, a excitação dos átomos circundantes ... a correrem-me pelo corpo.
...e depois?

terça-feira, 20 de maio de 2008

Tóque Final e Nada Divino










O encontro destas duas rochas não poderia acontecer noutro sítio.
Ou tenha sido este encontro que originou o sítio?
Isto deve ser um dos umbigos do mundo.
Um nó de onde divergem espaço e tempo.
Não existem acasos, apenas coincidências.
O meu tempo persegue-me, tenho de mudar de rumo para o despistar.

domingo, 27 de abril de 2008

Natureza Valente










Antes, uma pessoa despe-se e desfaz-se do seguro externo.

Faz-se presa corajosa, segura em si, e em fuga para a frente.

Na aterragem, convem mostrar graciosidade.

domingo, 20 de abril de 2008

Sereias

E sim, as sereias existem, todos os dias, ao ponto de serem uma chatice bem real. Distraem do caminho da virtude e do plano seguro da vida, e do plano poupanca-reforma. ( Desculpem a falta de accentos, cedilhas e outras particularidades da lingua portuguesa. Nao, ainda nao aceitei, nem tenciono fazer tal coisa, o acordo ortografico. Simplesmente este teclado nao preve estas subtilezas.) Dizia eu que poem um homem facilmente sem norte e a boiar na rebentacao. Mas tambem nao e novidade nenhuma, a lenda nao queria dizer mais nada a partida. 'O problema' - quase o unico - como dizia um senhor de ca hoje, e serem as mulheres aqui demasiado belas.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Linhas Tortas











Outra escrita, porque é assim, naturalmente.
Entende-se, e sem precisar de perceber.

sábado, 15 de março de 2008

Ser se...




















outras sombras...
quando a luz vibra por entre a folhagem

sábado, 1 de março de 2008

Só quando o Sol for uma Anã Branca?











Há já alguuuns anos para trás, estas práias pertenciam a um mundo exótico. Entre outras coisas mais interessantes, fizeram-me ficar por cá. Achava na altura, que isto tudo poderia ser a Califórnia da Europa, pelas melhores razões. A ingenuidade, certamente, também tem o seu lado positivo. Não conheço a Califórnia ( outra fabulação minha com certeza), e há sonhos que nos inspiram ao longo do tempo. E é agora que algum crânio se lembrou que isto podia ser a Califórnia da Europa???!! Depois dos estragos feitos durante décadas? Só pode ser pelas piores razões, não? Agora promovem uma imagem para Inglês ver, que só não alude ao terceiro 'F' porque não encontraram uma madre jeitosa? Fico triste. Isto está tão ao contrário como um rio a correr para a fonte. Ou então sou eu quem está ao contrário. ALL-GRAVE !
Este país tem a maior central de energia foto-voltáica do mundo, e a primeira estação funcional para a conversão de ondas em energia.


Afinal há bocas, deve ser o estúpido do espírito contagiante.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Liquen















É tempo de germinar, a chuva já caiu, sente-se no ar
o odor da fertilização. Soa estranho, eu sei, mas é mesmo
essa vontade de expansão e proliferação que anda por aí
nas ruas e na natureza. Somos todos apanhados pelo mesmo, creio.
Apetece espalhar bondade. Mesmo que dure só um dia,
já faz bem. Já fizemos bem. Oferecer boas energias.