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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Parabólica III
























Vejo isso em todo o lado, persegue-me, tenho o olho viciado, e a mente também...
ainda não é redutor.
A escala desta, permite distorcer a perspectiva que se tem da cidade. Andei com a máquina em riste durante semanas para captar espelhado um avião, mas a sorte ou a previdência, ou o querer não quiseram. Porque, espelhado seria outra coisa, seria imagem só, e algo virtual por só se confrontar com o fragmento da realidade...curioso... hmmm...

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Parabólica II















Quando se semeia, o fruto é esperado, nem que seja no tempo de uma geração. É a paciência para o filho/a desabrochar. Mas tem de ser alimentado para lá chegar, espiritualmente também.
O nome dado era 'Membrana - da Transparência do Solo'

Parabólica















Queria alterar os caminhos, os hábitos de práia.
1987. Odeceixe.
Fez aldeia, alterou os trilhos dos pés na areia, foi recanto para o saco-cama, estendal de roupa, e déu alguma lenha - pouca - para as fogueiras da noite. Quem souber mais que me deixe saber. Não sei das histórias daquele verão que contém.