
Nesse dia, talvez num Domingo também,
a cidade acordou assim,
um pouco ressacada.
Difusa e sonolenta, aconchegava-se nos lençóis de névoa,
virava-se para mais um sonito no fundo do vale.
Sonhava com grandezas, encantada, e sapos por beijar.
Pedaços da imagem marginal - o tempo criativo em fragmentos de desenhos e fotografias. De um espaço fantasioso, e da física imaginada. Rascunhos, laterais à arte num limbo de emoção in - quieta e sem poesia.
5 comentários:
Andreias ou Alyne. Esclarece-me.
Anad
Sapos debaixo de lençois nebulosos - nascendo dos repuchos pequenos salpicam nuvens de segredos - a nascer e evaporar? Rompe o sol nas bicas os bairros velhos reluzem e os corações dos Principes Reais são dourados ou diamantinos - só o fim do sonho o dirá.
E as princesas?
Cada princesa sonha esperando o seu D. Sebastião...
Pois pois, só há mesmo essa única princesa adormecida, e o príncipe também é só um. O sapo é que , quem sabe se não terá de ser engolido qual maçã envenenada? Quem será a bruxa?
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