
Já percebí, sim, que o caminho está guardado. Não entro.
Mas o que mais irrita, é que nem seja por latidos esganiçados, mas pelo silêncio, pelo não reconhecimento, pelo não dar conta da presença. Ser invisível é o maior castigo.
Agradeço a sabedoria canina.
1 comentário:
Nem sempre um muro é uma muralha.
:)
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