Mas...não me lembro - de nada - nem da cara, nem do nome, nem da ocasião,...já devo ter passado ... vezes pela década em questão.
Parece-me ter sido um momento bom...
Pedaços da imagem marginal - o tempo criativo em fragmentos de desenhos e fotografias. De um espaço fantasioso, e da física imaginada. Rascunhos, laterais à arte num limbo de emoção in - quieta e sem poesia.


Contra o desafio deste mês, de qual só me ficou a ideia do anoitecer - na cidade.
As vezes perco-me no profuso de um processo...mas não desta. Encontro-me no crú do 'hà de ser', antes da fundição numa amálgama de camadas da imaginação. Por mais experiência que se tenha, cada saída de fornada é um nascimento, a cristalização de um processo, a definhação do imaginado perante o facto, o acto consumado.
Enquanto que a casa tem os cantos escuros, o gesto humano tem lugar.
Ainda no palácio Marquês de Pombal...